Acordamos as 7h00min pensando que teríamos café da manha, mas ele só foi servido às 7h40min. Já no primeiro café da manhã ficamos um pouco desapontados, pois esperávamos mais, pelo menos um bolo ou algum doce, mas só encontramos o de práxis: leite, café, pão, frios e suco.
Na rua, encontramos o pessoal já se preparando para partir. Escolhemos nosso buggy e o nosso passeio começou às 8h45min. Demos uma volta pela vila e pegamos o caminho à esquerda, rumo à Tatajuba.
Assim como o caminho de Jijoca à vila, o passeio de buggy pode ser considerado bem desconfortável para quem não gosta de vento e areia, mas por outro lado é bem divertido pra quem curte esse tipo de aventura. Fizemos algumas paradas pelo caminho, sempre tirando muitas fotos das lagoas que se formam entre as dunas.
Por volta das 10h00min chegamos a uma lagoa onde o transporte para o outro lado era feito somente por balsas. Eram balsas pequenas para dois buggys, levadas por nativos com remos de madeira gigantes, que tocavam o fundo do lago. Quem vê isso pela primeira vez fica receoso em relação à segurança, mas aparentemente é algo rotineiro por lá, e não se ouvem relatos de acidentes.
Chegada à Tatajuba
Ao chegar à Tatajuba, visitamos um local onde antigamente existia a vila de Tatajuba, que foi soterrada pelas dunas. Lá ainda é possível avistar alguns sinais das ruínas do que era a antiga Tatajuba. Logo adiante, conhecemos Delmira, que fica em sua barraca contando mais sobre a história da vila para os visitantes.
Prosseguimos viagem, e, por volta das 11h00min, chegamos à Duna do Funil. A Duna do Funil é uma duna muito usada para a prática do chamado ‘esquibunda’, que consiste em descer a imensa parede de areia da duna usando uma prancha de madeira. Parece emocionante, mas nem todo mundo tem fôlego para repetir a dose, pois se a descida é fácil, a subida nem chega perto disso e precisa ser feita com ajuda de cordas.
A próxima e última parada antes da volta foi a Lagoa da Tatajuba, aonde chegamos por volta das 11h30min. Aproveitamos para tomar um bom banho de lagoa, e relaxar na rede tomando água de coco. Nosso almoço foi escolhido ao vivo, pois cardápio de papel não existe. O cliente escolhe o peixe ou fruto do mar direto na bandeja e marca o horário que gostaria de almoçar.
Escolhemos um peixe frito na brasa (R$ 40,00) e agendamos para as 12h15min. O almoço desta vez estava uma delícia. Consideramos essa refeição a mais saborosa de todo o passeio. O único inconveniente é que o vento era muito forte, e, às vezes, trazia consigo um pouco de areia.
De volta para a pousada
Partimos às 14h15min, conforme o combinado. O percurso de volta não teve maiores surpresas. Quase não houve paradas, e chegamos à pousada por volta das 15h00min.

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